O mercado cambial encerrou a última sessão da semana com pouco movimento, refletindo a prudência dos investidores frente às disputas retóricas entre Donald Trump e o governo chinês. Enquanto as partes debatiam sobre a possibilidade de negociações comerciais para abordar questões relacionadas às tarifas, uma incerteza pairava no ar. Além disso, a sequência de quedas consecutivas da moeda norte-americana ante o real trouxe limitações adicionais para novos declínios.
A valorização recente pareceu encontrar um ponto de equilíbrio próximo aos R$ 5,65. Nesse cenário, o dólar à vista registrou uma leve desvalorização de 0,06%, fechando cotado a R$ 5,6878. Durante a jornada, oscilou entre R$ 5,6647 e R$ 5,7074. No panorama semanal, a moeda acumulou perdas de 2,00%, embora no mês de abril ainda conserve estabilidade quase plena, com ligeira queda de 0,31%. Paralelamente, o contrato futuro para maio apontava alta marginal de 0,07%, negociado a R$ 5,6915 até as 17h04.
No contexto internacional, o índice DXY avançava modestamente, alcançando 99,573 pontos, enquanto o euro registrava desvalorização de 0,23%, sendo cotado a US$ 1,1363. A libra também cedia terreno, recuando 0,13% e sendo transacionada a US$ 1,3320. Mesmo diante das turbulências globais, os mercados demonstraram resiliência, evidenciando a importância de manter posturas equilibradas e decisões baseadas em dados concretos. Essa postura reforça a necessidade de diálogo e cooperação internacional como meio eficaz de enfrentamento de crises econômicas.
